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Preconceitos nas organizações. Como podemos eliminá-los

 

 

Livro recente da jornalista científica Jessica Nordell,The end of bias, mostra como os preconceitos são construídos, seus impactos e o que pode ser feito a nível pessoal e organizacional para combatê-los. Abaixo algumas dicas de enfretamento no contexto organizacional:

  1. Descubra os locais em sua instituição onde os trabalhadores não são avaliados objetivamente e sim por critérios pessoais. Tome providências para que esses vieses não cresçam sistemicamente. Por exemplo, a filarmônica de New York e a sinfônica de Boston começaram a realizar audições às cegas para tentar evitar a discriminação pelo gênero e cor.
  2. Esteja pronto para ouvir as pessoas na organização que desafiam o modo usual de trabalhar ou se comportar. Tradicionalmente as vítimas do preconceito ao se exporem, são deixadas de lado ou punidas.
  3. Considere realizar uma ação promotora para aumentar a representatividade das minorias em todos os níveis da instituição. O MIT ativamente recrutou mais mulheres e minorias nas posições de ensino, o que aumentou a diversidade não somente do seu staff, mas também dos estudantes.
  4. Faça parcerias com pessoas especializadas no combate ao preconceito para introduzir novas formas de lidar com a situação. Departamento de polícia nos EUA contratou especialistas da Universidade de Stanford para ensinarem os policiais a agirem de forma adequada, através do mindfulness, em situações estressantes de encontros com suspeitos incertos.

O que é preciso, segundo Nordell, é o desejo de observarmos honestamente as instituições e a nós mesmos; reconhecermos os privilégios, quando os temos; e conscientemente combater os preconceitos quando e onde os vemos. Dessa forma poderemos dar a todos, incluindo a nós mesmos, a oportunidade para uma vida melhor- mesmo para os que já são mais privilegiados.

“Quem nós podemos ser sem nossas ilusões e negações? Nós podemos nos tornar mais humanos e confiáveis. Nós, todos, poderemos nos tornar mais livres”

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